Depois de algum tempo ali no jardim, o som de passos se aproximando chamou a atenção deles.
Sol virou o rosto… e abriu um sorriso na hora.
— Artur!
Ele vinha caminhando em direção a eles. Era um rapaz alto, de postura leve, olhos escuros atentos e um jeito tranquilo que contrastava com o ambiente rígido da fazenda.
— Eu achei que você não vinha — disse Sol, animada.
— E perder a chance de te ver? — respondeu ele, com um sorriso.
Sol ficou sem graça… mas feliz.
Afonso observava em silêncio, av