Aisha Fury
Mal a poeira causada pela explosão começa a assentar, e, pela segunda vez, as paredes estremecem. Ao meu redor, o ar é tomado por um rugido profundo, como se a própria terra gritasse de dor.
O tremor me leva contra o chão de pedra novamente. Bato o ombro, arranho os joelhos, sinto o gosto metálico do sangue na boca. Mas estou viva.
Ofegante, me ergo devagar.
— Eron...
Meu sussurro se perde entre os estalos das chamas que devoram parte da fortaleza. O corredor onde estou está repleto