— Quem é você mesmo? – Pergunto mais uma vez, incrédula.
— Sei que não nos conhecemos, mas te identifiquei por ser parecida com seu pai, muito prazer eu me chamo Alicia e sou casada com seu pai – ela estende a mão e me recuso a pegar deixando-a sem graça quem ela pensa que é para chegar assim, dizendo que precisamos conversar.
— E o que está fazendo aqui? – Pergunto a ela que me olha encabulada.
— Como eu disse, precisamos conversar. – Quando essa mulher vai se tocar e entender que eu não quero