O dia parecia arrastar-se para Sophie. Apesar de Matteo estar por perto e dos homens de Alessandro discretamente de vigia, o peso do medo não diminuía. Ela tentava trabalhar, ajustar a câmera, encontrar ângulos, mas a mente não colaborava. Cada vez que olhava pela janela, jurava ver olhos a observando.
Quando finalmente terminou o expediente, Matteo foi buscá-la. Ele entrou na agência, cumprimentou os colegas de Sophie com a elegância habitual e se aproximou dela.
— Pronta para ir? — perguntou,