A madrugada caiu silenciosa sobre Paris. O relógio já passava das três da manhã, mas Sophie continuava em uma luta silenciosa contra o sono. Quando, enfim, seus olhos se fecharam, o descanso não veio em forma de paz — veio em forma de pesadelo.
No sonho, Leonardo estava ali, em seu apartamento, quebrando tudo, a segurando com brutalidade, gritando palavras que ainda ecoavam dentro dela como feridas abertas. Sophie tentava gritar, mas sua voz não saía. Ele a chamava de “vadia”, de “sua”, como se