Parte 48...
Santiago
O sol ainda estava alto no céu quando saímos do caminho de acesso ao convento. Passamos pelos portões de ferro.
Sofia estava ao meu lado, as mãos pousadas sobre a bolsa no colo, os dedos entrelaçados, apertando um ao outro como se aquilo fosse o único ponto de apoio na realidade que mudava.
Merda! Eu não sei como agir com ela agora. Deixei passar o tempo e empurrei esse assunto para baixo do tapete, como se já estivesse resolvido. Não estava.
Ela não olhava para mim. Mantin