Siena Dal
Um mês se passou. Um mês de sol brasileiro, do cheiro de café torrado e do som constante, mas agora reconfortante, da minha família. A fazenda, que antes parecia uma prisão, lentamente voltou a ser um lar.
Minha perna estava quase curada. A bengala foi trocada por uma leve mancada, que a fisioterapia prometia eliminar. Luna, ao meu lado, havia recuperado seu brilho, embora às vezes eu a pegasse olhando para o nada, perdida em memórias que ambas compartilhávamos.
A queda de Julian Tho