Siena Dal
Eu acordei não com o som do despertador, mas com o cheiro inconfundível de café fresco e pão de queijo quente. Abri os olhos lentamente, a luz suave da manhã filtrando-se pelas cortinas de linho do meu quarto. E lá estava ele. Wei, em pé ao lado da cama, segurando uma bandeja de madeira lindamente arrumada.
—Bom dia, futura Sra. Dal-Li—, ele sussurrou. —Achei que você e nossos pequenos generais precisariam de combustível para o grande dia.
Na bandeja, havia uma xícara de café descafeinado, uma tigela de frutas tropicais frescas, um pão de queijo dourado e um pequeno vaso com uma única orquídea branca. Foi o gesto mais simples e, ainda assim, o mais romântico que ele já havia feito.
—Você não deveria estar aqui—, eu disse, a voz sonolenta. —Dá azar o noivo ver a noiva antes do casamento.
—Nós já quebramos todas as regras—, ele respondeu, sentando-se na beirada da cama. —Acho que podemos quebrar mais uma.
Ele me deu um beijo suave, um beijo que não tinha a urgência desesperada