33. MINHA FELICIDADE
DANNA PAOLA MADERO
Ela saiu nos deixando com rostos preocupados para trás.
Ninguém disse nada por alguns minutos.
Eu sentada no chão derrotada e ele me olhando com uma expressão estranha.
— Vamos. Vou te levar para o quarto. — Estendeu a mão grande e pálida.
Aceitei.
Fiquei de pé na sua frente, tentei abraça-lo, mas ele me afastou rapidamente.
Meu coração errou uma batida. O que foi isso?
— John...
— Aqui não Paola.
Não sabia o que dizer.
— Vá na frente.
Obedeci