14. AMANHÃ NO MESMO LUGAR
DANNA PAOLA MADERO
Minhas mãos foram para o seu peito o puxando mais para mim pelas pontas do terno.
Eu me sentia nas nuvens agora. Nem o álcool foi capaz de me proporcionar tal sensação.
Para mim o beijo pareceu durar horas, e eu não queria parar. Porém o fôlego faltou e fui obrigada a me afastar um pouco, respirando fundo para recuperar o ar.
Ouvia também sua respiração alta. O coração batendo acelerado no peito embaixo da minha mão.
— Tenho que ir. — Sussurrei quase sem voz.
Pa