106. REENCONTRO, IRMÃOS
LUKE COLT
Mais dois anos se passaram, e tudo estava pronto para o retorno.
Cheguei na mansão que escolhi a dedo para morar com minha mulher e filha. Observei todos os cômodos para ver se estavam do jeito que pedi, quarto da menina, grande e luxuoso com muitos brinquedos e roupas, não faltava nada.
Lembro bem que a Paola amava cores vibrantes, por causa das suas raízes mexicanas. Entrei no quarto de casal e condizia com minha vontade. A cama grande no centro, composta com lençóis brancos e macios eram o destaque, a encarando senti o corpo formigar com as recordações das nossas noites apaixonadas.
Mas fui interrompido com o toque do telefone.
— Irmão, já estamos no carro indo para sua casa. Por que não me disse que tinha um motorista particular? — Esme ria ao telefone.
Eu já havia a localizado e os convidei para passar uns dias comigo para que pudesse ver meus sobrinhos.
Por ligação ela quase enlouqueceu, dizendo que era mentira, um trote, me xingou, mas no final acreditou que er