“O que ele está fazendo aqui?”
Juliana mal teve tempo de pensar.
Gustavo, sem dizer mais nada, a empurrou com força para dentro de uma das cabines do banheiro.
— Fica aí. Não sai até eu mandar.
A porta se fechou com um estalo.
E então… Os gritos começaram.
Os sons de socos, corpos caindo e ossos batendo contra azulejos preenchiam o ar.
Gustavo, nos tempos de colégio, já era conhecido por ser indomável, o típico valentão que ninguém ousava provocar.
Brigar? Ele nunca teve medo.
E agora, enfrentan