— Vítor, vou contar até três. Apaga isso agora! — Rosnou Gustavo entre os dentes.
Seu terno estava todo amarrotado, o rosto pálido, e olheiras profundas marcavam seus olhos.
Havia passado a noite sentado do lado de fora da porta.
Estava irreconhecível, bem longe da imagem imponente e elegante de sempre.
Vítor segurava o celular, rindo como um completo provocador:
— De jeito nenhum! Daqui a pouco vou mandar no grupo ainda!
Ele estava fazendo de propósito, claro.
“Bem-feito! Gustavo foi um babaca