A câmera do celular de Juliana ainda estava virada para trás.
Mas aquela frase simples de Bruno “Amor… quero te ver” fez algo se agitar dentro dela.
Como uma pedra lançada num lago tranquilo, criando pequenas ondas que se espalhavam silenciosamente.
Sem responder de imediato, Juliana ouviu de novo a voz dele, agora mais baixa, mais suave:
— Amor...
Num impulso, ela encerrou a chamada às pressas.
— Sr. Bruno, já tá tarde. Preciso dormir. Boa noite.
Nem esperou resposta.
Dois toques curtos.
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