As palavras de Catarina até faziam algum sentido.
E, como esperado, os bajuladores ao redor dela começaram a concordar com entusiasmo.
Mas Bruno... Não demonstrava nem um traço de simpatia.
Colocou-se à frente de Juliana, como se fosse um escudo humano.
E, com um olhar gélido, encarou Catarina.
Sua posição era clara.
Ele estava do lado de Juliana.
Ao perceber isso, Catarina sentiu o ar sumir dos pulmões.
A sensação de sufocamento foi tão forte que chegou a ficar tonta.
Então Bruno falou, a voz g