— Desculpa. — Murmurou Juliana, instintivamente.
Bruno não respondeu.
Tudo o que sentia era o perfume suave de Juliana, pairando no ar, envolvente e discreto, mexendo com seus sentidos.
Seus olhos escureceram, e ele precisou baixar o olhar, tentando esconder a emoção repentina que ameaçava transbordar.
A proximidade dos dois incendiou a raiva de Laura.
Seu rosto se contorceu em fúria, os dedos se fecharam em punhos tão apertados que as unhas cravaram na pele sem que ela sequer notasse a dor.
— J