O céu, agora iluminado pela presença que se aproximava, parecia suspenso entre os véus da realidade e do sonho. As estrelas, que antes eram meros pontos de luz, agora dançavam como entidades vivas, pulsando com um ritmo próprio, como se cada uma delas fosse uma alma sentindo o despertar universal. Ísis e Celina, ambas imersas no momento, perceberam que algo estava prestes a se revelar.
A figura que se aproximava não era humana. Não era de carne ou osso. Era luz, pura e cristalina, mas com a com