A luz do portal se desfez lentamente, revelando um novo horizonte à frente de Clara e Daniel. O que os cercava não era uma realidade singular, mas uma confluência de muitas. As cores dançavam no ar, como se fossem vivas, e os sons ao redor eram ao mesmo tempo familiares e distantes. Estavam, agora, no coração do Infinito — o espaço entre os mundos.
Clara sentiu um frio percorrer sua pele, não por causa da temperatura, mas pela magnitude do lugar. Era vasto, inexplorado, sem fronteiras definidas