O ar estava mais denso, carregado de uma energia que parecia pulsar em sincronia com o batimento dos corações do grupo. Eles haviam cruzado o limiar da realidade conhecida e entrado em um território onde o tempo e o espaço se distorciam, desafiando qualquer conceito de ordem. O Véu se estendia diante deles, uma barreira invisível que não podia ser tocada ou vista, mas que se fazia sentir em cada respiração, em cada movimento. Era como se uma força silenciosa os observasse, aguardando o momento