O som do vento atravessava os corredores da torre, sussurrando entre os cristais flutuantes. Cada passo que os guardiões davam parecia ecoar no vazio, como se estivessem caminhando por um espaço onde o tempo e o espaço não se aplicavam mais. O Véu, agora mais denso, envolvia tudo ao redor, uma presença constante, pesada e imutável.
Ao saírem da sala central, onde a esfera de luz brilhava com intensidade ofuscante, o ambiente parecia ter mudado. As paredes de cristal agora exibiam fissuras tênue