A jornada de expansão do Véu continuava, e com ela, o peso da responsabilidade se fazia cada vez mais presente nos corações dos guardiões. Ísis e Celina, agora mais fortes em sua união, sabiam que não estavam apenas cruzando territórios desconhecidos; estavam desbravando a alma do mundo, tocando suas verdades mais profundas. A cada passo, o Véu se expandia, não como uma rede de luz que envolvia apenas os corpos, mas como uma força capaz de revelar os segredos escondidos nos corações das pessoas