A jornada de expansão do Véu continuava, agora imbuída de uma profundidade inesperada. Ísis, Celina e os outros guardiões haviam experimentado uma transformação interna que agora reverberava em suas ações e decisões. O Véu não era mais apenas um poder a ser compartilhado, mas um caminho a ser trilhado com sabedoria e compaixão, como um reflexo da própria alma de cada ser.
Agora, o grupo se preparava para uma nova etapa, rumo a um destino ainda desconhecido, mas cuja urgência era sentida no ar,