O ar na base das montanhas parecia mais denso, a floresta, com sua habitual vitalidade, agora carregando uma estranha tensão, como se ela mesma estivesse prendendo o fôlego. Yara movia-se com prudência, cada passo silencioso, mas repleto de propósito. Estava reunindo provisões: raízes comestíveis, pequenas frutas, e analisando o terreno para futuras necessidades da tribo.
Mas havia algo diferente naquele dia.
Conforme examinava um arbusto de folhas largas, sentiu uma presença. Não era um som ou