Se não fosse pelo respeito que ainda tinha pelo mestre, Eliana já teria matado Falcão há muito tempo.
O brilho afiado da agulha estava a milímetros do olho esquerdo de Falcão, quando, de repente, ele agarrou com força o pulso de Eliana.
— Você está bem? — Eliana arregalou os olhos, surpresa. Não havia nenhum sinal de envenenamento em seu rosto. Tudo não passava de uma encenação?
Falcão esboçou um sorriso torto, seus lábios curvando-se em uma expressão de provocação.
— Elia, eu admito que