Capítulo vinte e quatro
Desirée

A manhã começa antes do sol.

Não porque eu esteja disposta, mas porque meus sentimentos não me deixam dormir além das seis.

Levanto da cama com o corpo pesado, como se estivesse carregando cem versões de mim mesma.

Vou até o ateliê, meu santuário, meu exílio, e acendo as luzes amareladas que deixam tudo com cara de amanhecer, mesmo quando o mundo lá fora ainda dorme.

O quadro está lá.

Do jeito que deixei ontem.

Do jeito que eu tento terminar há semanas.

Helena.

Ou melho
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