Foram quatro horas de viagem, dirigia o Herbie calmante, não tínhamos pressa, apesar de parecer, não estávamos fugindo.
— Amor? — chamo por ela assim que estaciono na frente da casa.
— Hm? — ela abre os olhos sonolenta. — Chegamos?
— Sim meu amor... — dou um selinho nela.
— Estou com fome... — ela se espreguiça e retira o cinto
— Vem, eu vou alimentar meu dragãozinho... — brinco, saindo do carro.
— Dois dragõezinhos! — ela me corrige