Cláudio ficou parado por dois segundos antes de caminhar e se sentar em frente a Patricia. Ele estendeu a mão e arrancou a garrafa de álcool das mãos dela:
- Chega de beber.
Patricia estapeou a mão de Cláudio:
- Não se aproxime.
Um súbito ímpeto de raiva brotou no coração de Cláudio, que sempre foi gentil com os outros e nunca quis fazer inimigos. No entanto, por algum motivo, ele sentia que Patricia tinha um jeito especial de irritá-lo:
- Patricia, você realmente tem que estar sempre contra mim