Quando Leonardo acordou, já era a tarde.
A luz era fraca, e ele havia sido colocado no quarto onde morávamos.
O cobertor sobre ele ainda trazia o aroma de ervas que só eu usava. A silhueta sentada à beira da cama, com longos cabelos soltos, torcendo uma toalha quente, também se parecia comigo.
Maia…
Seu coração se comoveu. Ele puxou a pessoa ao lado da cama para os braços:
— Você voltou!
Mas o perfume de rosas da mulher em seu abraço o fez despertar num instante.
— Uuuh... Leonardo, eu achei que