Inês não conseguia se controlar, seu corpo tremia incessantemente, a dor intensa atacava cada célula de seu corpo.
- Ah...
Menos de um minuto depois, Inês parecia ter sido retirada da água, completamente suada, com o rosto corado pela dor, parecendo um trapo.
Que dor...
O homem que havia injetado algo em Inês abriu outra caixa, tirando uma pequena garrafa de líquido azul.
Túlio viu claramente o que o homem segurava e gritou desesperadamente:
- Pare! Pare agora! Dedé!
Aquilo era uma droga proibid