Um homem rosnou baixinho, sua voz cheia de agressividade.
Mesmo que a sua voz se assemelhasse à da Inês, o que isso importava? Ela não era a Inês.
Mesmo bêbado como estava, ele sabia que a Inês estava então na Cidade P e ainda não tinha voltado.
Inês ficou surpresa, olhando para as costas da mão que ele bateu, se sentindo ao mesmo tempo injustiçada e irritada.
Estava dando uma de louco com a bebida, é isso? Todo mundo fazia isso!
Quando o mau humor da Inês apareceu, ela empurrou o Emanuel para o