O jardim estava silencioso do jeito errado.
Não o silêncio tranquilo de um espaço vazio. Era o silêncio de quem estava prestando atenção, procurando, com o coração batendo um pouco mais rápido do que o necessário.
Diego atravessou a porta de vidro e parou, deixando os olhos se ajustarem ao escuro. A música do salão chegava abafada, distante, como se pertencesse a outro mundo.
Então ouviu.
Risos.
Baixos, próximos, vindos de um canto meio escondido atrás de um conjunto de arbustos altos.
Ele foi