Levi Martinelli
Olhar para a cara do infeliz do meu primo e pensar que ele ousou tocar em minha mulher, faz meu sangue subir, fecho o punho me aproximando do bastardo.
— Levi, vamos conversar — diz e como um covarde, vai para detrás da mesa. — Eu posso explicar...
— A única conversa que vamos ter é meu punho na sua cara seu farabutto (canalha).
— Acredite, eu quero me desculpar...
— Acha mesmo que pedir desculpas será o suficiente?
Enquanto falo, encurto a distância entre nós e o encurralando,