A noite tomava conta de São Paulo quando Sara chegou ao prédio. Ao pisar na portaria foi surpreendida pelo abraço forte de um homem desconhecido.
— Senhora Montenegro, que bom que apareceu.
Paralisada pelo susto, levou alguns segundos para afastá-lo e olha-lo de cima a baixo com desconfiança. Pelo crachá preso ao bolso da camisa dele, se deu conta de se tratar do porteiro do prédio.
Aumentando o espanto de Sara com seu comportamento estranho, o homem deixou a portaria sozinha e a escoltou até o