Passada algumas horas, o pesadelo aterrorizante permanecia na mente de Sara. Sentia que a mulher de vermelho continuava por perto, observando-a, esperando para pegá-la, perturbando-a como uma assombração.
O ataque, a angústia sentida no sonho, rodava em sua mente como um filme, repetindo-se a cada instante de silêncio. E, sozinha no quarto - e até mesmo no restante do apartamento -, silêncio era sua amiga íntima. A única, lamentou ao desistir de trocar os canais e desligar o televisor antes de