- Porra, você está bem? – Pus as mãos no rosto, preocupado, em seguida a virando de costas para ver seu corpo.
- Eu... Acho que sim... – A voz dela soou fraca.
Verifiquei suas costas bem como os ombros, para ver se havia ficado algum vestígio de vidro em sua pele.
- Sente dor? – Me senti tão culpado que não tinha palavras.
- Não... Está tudo bem. – Ela começou a rir.
- Clara, isso foi sério! – Balancei a cabeça, atordoado – Você poderia ter se ferido seriamente.
- Mas não me feri... – Agora ela