Sophie saiu furiosa, batendo a porta.
Patrick virou na minha direção e girou a chave na fechadura, algo que até então nunca havia sido feito, já que a casa era no meio do nada e não havia risco algum de alguém entrar. Ele percebeu que o maior perigo que corria era eu sair.
- Enfim, sós... – sorriu – Depois de oito anos, finalmente viveremos nossa vida sozinhos, como um casal, meu amor.
Suspirei, incerta se ainda havia lágrimas para eu chorar. Patrick abriu a mala e pegou a minha caixa de fotos,