Senti o rosto queimar e um frio espalhar por minha espinha, parando no estômago. Meu corpo ficou completamente travado, como de costume.
Flora certamente percebeu o pânico nos meus olhos:
- Clara, está tudo bem?
- Não... Não está... – Certamente pelo nervosismo, deixei o celular cair de minhas mãos, espatifando no chão – Eu... Preciso de ajuda.
A mulher riu, de forma sarcástica:
- Mais uma vez? Voltamos no tempo?
Não falei nada. Parecia que o destino queria me pregar uma peça. A vida inteira Fl