Ele chegou... O ano 2000 (II)
Vi um vulto ao lado do portão da rua e fui até lá, deparando-me com meu namorado. Abri o portão e escorei-me no muro, ao seu lado.
- Oi. – Falei, cruzando os braços, imitando-o.
- Oi.
- Quero que saiba que eu não sinto absolutamente nada por Patrick.
Pedro não disse nada. Respirei fundo e senti a tensão no ar. Ele não costumava ser ciumento. A não ser quando se referia a Patrick. Ainda assim sempre tentava se conter.
- Você estudou sobre ciúme... Não pode agir assim. – Tentei.
- Clara, você não