- Pai, eu não fui num Motel. Pode perguntar ao Jason...
Joaquim riu, de forma debochada:
- Acha que acredito em você?
- Acredite no que quiser! – Falei, entredentes, tão baixo que mal escutei minha própria voz.
- O que você disse? – Ele gritou, fazendo com que eu e minha mãe saltássemos, assustadas.
Eu não repeti. Não queria levar uma bofetada.
- Posso ir para o meu quarto? – Pedi.
- Sim, pode. Depois que jogar esta bola de pêlos e pulgas na rua.
O olhei, tentando conter as lágrimas:
- É uma fi