Eu pego a bandeja, mas antes de sair da cozinha Murat surge nela.
—Deixe a bandeja aí e venha comigo.
—Como?
Ele retira tudo da minha mão e agarrando meu braço me puxa para fora em direção ao jardim. Então, me puxa para um canto escuro e me pressiona contra uma pilastra, o calor de seu corpo me envolve eu ergo meu rosto assustado e meu grito é abafado por seus lábios nos meus. Sua mão não é gentil quando como um louco, ergue o meu uniforme e a passa pela minha coxa e aperta meu bumbum. A outra