—O que é inatingível? —Ouço a voz de Murat nas minhas costas. Minha respiração se agita. Sinto os pelos do meu corpo arrepiarem inteirinho. Eu me viro para ele. Seus cabelos estão um pouco bagunçados, o deixando mais sexy, se isso é possível. Sua testa está suada. Seus olhos se encontram com os meus e eu me viro para a pia e continuo meu serviço.
—O que faz na cozinha, Murat? —Norma o questiona.
—Meu pai sem querer derramou suco. Preciso de um pano para limpar.
—Pode deixar que eu limpo. —Norma