Há mais de quinze dias que eu não vejo Murat. A ausência dele, embora esperada, deixou um vazio difícil de ignorar. Agora ele está aqui, sentado no cantinho da minha cama, e sua presença parece preencher cada espaço da minha alma. O ar ao meu redor fica mais denso, carregado com a energia que só ele consegue trazer.
Ele se inclina ligeiramente para frente, e por um instante, meu coração salta, esperando algo mais íntimo. Mas ele apenas ajeita meu travesseiro, um gesto simples que, vindo dele, c