Ela ficou desconcertada rapidamente. Como um desconhecido lhe pedia o número de telefone assim, no meio da rua, depois de quase derrubá-la no chão?
— Desculpe, mas... não costumo dar o meu número a estranhos — disse ela, tentando parecer firme, embora o coração batesse a mil.
Zamir soltou uma risada suave e encantadora. Rapidamente balançou a cabeça, como se entendesse a relutância dela, e explicou-se com um charme transbordante.
— Sei que é estranho, eu sei. Talvez você não se sinta segu