A fazenda estava diante de nós, imensa, com campos que pareciam não ter fim. Eu sentia o cheiro da terra úmida misturado ao perfume suave das flores silvestres que margeavam o caminho. As árvores balançavam ao vento, como se dançassem para nos dar as boas-vindas. Segurei a mão de Marcio com força, tentando conter a emoção que me inundava.
— Consegue acreditar que isso tudo agora é nosso? — perguntei, quase sussurrando, como se a grandeza daquele lugar exigisse respeito até na voz.
Marcio aperto