O sorriso de Débora imediatamente se congelou no rosto.
Havia realmente um buraco sangrento em seu peito, desigual, como se tivesse sido esfaqueado várias vezes, deixando uma ferida horrível.
O sangue continuava jorrando para fora, o corte havia se aberto porque Débora agiu impulsivamente, todos os pontos se soltaram, derramando sangue.
Beatriz estava ainda mais pálida do que o normal.
— Não é real! Como pode ser real! Como você pode brincar com sua própria vida assim?
Ela pressionou a ferida co