— Não... não me toque...
Beatriz sentiu sua mão grande segurando seu pulso, tentando afastar sua mão para ver a lesão.
As palmas de suas mãos tinham calos espessos, marcas de treinamento constante.
Ela se lembrou do sonho, essas mãos tocando cada centímetro de sua pele, podia sentir o contraste do áspero dos calos e sua pele macia, cada toque trazendo arrepios.
Ela recuou vários passos como um pássaro assustado.
— Eu estou bem, não se preocupe comigo... eu estou bem...— Ela repetia, apressando-s