Thomas caminhava pelo corredor da mansão, os passos agora soando como batidas insistentes em seus ouvidos.
Não era o silêncio da noite que o perturbava, mas um zumbido crescente de ansiedade sob a pele. O que o tirara da cama? Uma inquietação que ele não conseguia, ou não queria, identificar.
Ao passar pela biblioteca, uma luz fraca escapando por baixo da porta o deteve. Ele ouviu vozes: a de Sarah, inconfundível, misturada a um tom grave que ele conhecia bem. “Arthur”.
“O que ele estava fazend