Do outro lado do hospital, Sarah se dedicava a conhecer os casos pediátricos mais críticos. O ambiente era um turbilhão de emoções e desafios, e ela se sentia em casa entre relatórios e exames. Mas, em meio a essa rotina frenética, um caso específico chamou sua atenção: o de Adrian. Havia algo inexplicável que a atraía para aquela criança, uma conexão que parecia transcender a lógica.
— Quem é responsável por esse paciente? — perguntou a uma colega durante o almoço, tentando esconder a ansieda