A quarta-feira amanheceu sob uma névoa fina em Nova York. Pontualmente às oito da manhã, um sedã preto de vidros escuros estacionou em frente à casa simples de Maya. O motorista, um homem de terno cinza que se apresentou apenas como Marcus, pegou as duas malas gastas que continham tudo o que ela possuía e as acomodou no porta-malas com o mesmo cuidado que teria com bagagens de grife.
A despedida dos pais foi dolorosa. Sua mãe chorou, apertando suas mãos e pedindo que ela ligasse todos os dias