A manhã seguinte começou com um silêncio tenso na mansão de Long Island. O vento soprava forte do oceano, sacudindo as folhas das árvores e fazendo as cortinas da suíte principal dançarem suavemente perto da janela aberta. Maya estava sentada na poltrona de vime perto da lareira, com uma xícara de chá de gengibre nas mãos, mas seus olhos estavam fixos no celular que repousava sobre a mesa de centro.
Ha pouco mais de dez minutos, ela havia recebido uma mensagem de um número desconhecido, com um